terça-feira, 21 de julho de 2009

Nessa terra de gigantes

Polysom, única fábrica de vinil da América Latina, volta a funcionar

A Polysom, fábrica de vinil localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, voltará a funcionar ainda neste ano. As informações são da jornalista Lígia Nogueira, em matéria para o portal G1.

A fábrica terá capacidade de produzir 40 mil discos por mês e toda
sua estrutura foi reformada e ou reaproveitada, já que não se fabrica mais equipamento para produção de vinil.

João Augusto, dono da fábrica e presidente da Deck Disc, disse que a Polysom vai atender a todas as gravadoras e também aos artistas independentes. Ele confirm
a que há uma demanda alta pelo vinil e que a fábrica deve começar a funcionar ainda neste ano.

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Um VIVA à nostalgia!! Ganhando uma importante batalha e um importante terreno no campo de batalha nesta terra de gigantes dos CD's e outras mídias cada vez mais novas e tecnológicas, mas que jamais vão bater a qualidade de som de um bom e velho vinilzão!

Só espero que não dure pouco essa vitória (igual alegria de pobre sabe? Dura pouco...) e também espero do fundo do meu coração que não cometam o erro de produzirem LP's dos lixos musicais que temos hoje em dia que se encontram nos campos do axé, do pagode, do sertanojo e do fuck carioca:

1) Porque não vão lucrar com isso, pois os consumidores de músicas babacas não se importam com os LP's e até pensam que os "velhos bolachões" são quinquilharias inúteis...

2) Porque seria uma completa desonra e falta de respeito, afinal o LP vem de uma época em que não imperavam essas porcarias na mídia, no máximo um Shitãozinho & Chororô ou um Zezé DiCuamargo e Luciânus, que, salvo os trocadilhos que acabei de inventar com seus nomes, eu até suporto (afinal vocês já sabem a minha teoria acerca da distinção entre o sertanejo de verdade, que eu considero, e o que eu chamo de sertanojo, que nasceu dos anos 2000 pra cá)...

3) Dá orgulho ter uma dessas, a única da América Latina, justamente no Brasil. Só espero que os preços de vinis, vendidos em redes como a Livraria Saraiva ou a Livraria Cultura, diminuam consideravelmente, pois agora não precisarão mais ser importados, podem ser produzidos aqui...

Um comentário:

Alinizinha! disse...

gostei da noticia, muito interessante
tbm acho que evoluiu td mto rapido
hoje em dia eh mto facil comprar um cd, cd pirata, ou baixar tudo pela internet, banalizou o trabalho dos artistas.Acho um alternativa mto original os lps!